BORRÉ VEM, OU NÃO VEM?

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Foto: Divulgação | RiverPlate
Foto: Divulgação | RiverPlate

27/03/2021 – 13h05min

Esta pergunta está na boca de cada um dos 10 milhões de Gremistas ao redor do mundo e de toda a imprensa gaúcha, brasileira e muitos dos veículos da mídia esportiva global e, cá pra nós, está martelando a cabecinha dos colorados e seus representantes na mídia gaúcha.

Mas enfim, Borré vem, ou não vem?

O Grêmio não podia fazer um investimento deste porte antes. Foram mais de 6 anos de medidas duras de contenção de despesas a ajustes doloridos para conquistar equilíbrio nas contas e, principalmente, uma cultura de manutenção deste estado de plenitude orçamentária, repetindo, ano a ano, superávits que garantiram a situação atual, que não é de dinheiro sobrando, mas de crédito e controle das contas, o que gera credibilidade para aporte de investimentos de terceiros e plena capacidade de endividamento, a juros baixos.

Se tem um clube hoje no Brasil com capacidade de contratar Borré e outros nomes do cenário esportivo mundial, este clube é o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e este reconhecimento vem de fora, com o noticiário da mídia esportiva europeia, colocando o Tricolor gaúcho como favorito, entre vários pretendentes ao passe do atacante argentino do River Plate, nacionais e do exterior, como Palmeiras, São Paulo, Feyenoord, da Holanda e o italiano Lazio.

O interesse do Grêmio pelo atacante e a anunciada proposta feita ao atleta colombiano Rafael Santos Borré, que, segundo a imprensa argentina, teria sido aceita por ele, não surpreende os mais atentos e que acompanham o dia a dia da gestão do clube. Romildo já tinha anunciado que seriam contratados 4 ou 5 nomes de peso para o time – sempre lembrando o conceito definido pelo próprio presidente em relação a “nomes de peso”: “O nome de peso é aquele nome que chega inquestionavelmente para ser titular. É aquele jogador que chega, tu entrega a camisa e ele vai desempenhar, vai jogar. Este é o perfil daquele jogador que nós estamos atrás”.

O negócio pode até não sair, pois como a imprensa brasileira (e mundial) informa, repercutindo a mídia argentina, o pré-contrato ainda não está assinado, mas já revela a condição de concorrente capacitado, de clube estruturado para uma negociação deste porte e esta virtude é resultado do, às vezes criticado, “superávit”, que tão bem marca a gestão atual, chefiada pelo “Economildo”. Mas acho que o negócio sai e Borré deve assinar pré-contrato com o Grêmio nas próximas horas. É a minha opinião!

AS MUDANÇAS

E pra quem acreditou no presidente, quando ele falou de mudanças – na coletiva pós-jogo da decisão da Copa do Brasil, no dia 7 de março, dizendo: “Não pense a torcida que nós estamos absolutamente concordinos com tudo que está aqui. Nós vamos tomar atitudes, vamos tomar providências e vamos fazer sim a perspectiva de estar competitivos, nos campeonatos que vamos participar”, – tem motivos agora para festejar, bem como todos os demais Gremistas, não somente pelos negócios encaminhados, mas pela reestruturação do departamento de futebol, em muitos itens, que serão pauta de uma outra coluna, mas que já classificam este conjunto de ação como a maior reestruturação da era Romildo.

E por fim, repito aqui um tweet que postei ontem, 26: “A anunciada (pela imprensa) contratação de “Borré”, se verdadeira for, estará amparada pela mesma responsabilidade financeira que a gestão Romildo tem demonstrado há 6 anos no Grêmio. Ou seja, se vier, é porque cabe no orçamento do clube.

Taddeu Vargas
Jornalista – MTE 15340

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